domingo, 22 de agosto de 2010

John Legend - Evolver (2008)

Depois de tanto tempo, resolvi tirar o pó do blog (cof, cof !!!)... A vagabundíce está sem tamanho. Que nada, minhas atividades estão me consumindo e estou me tornando (ou já sou?) escravo. Mas nesse tempo tenho ouvido diversos estilos. E hoje vou falar sobre John Legend.
John Legend é apenas o nome artístico de John Stephens que nasceu em Springfield, que além de cantor é compositor e um ótimo pianista. John começou a carreira de maneira simples como pianista tocando para artistas como Lauryn Hill e Alicia Keys, e o sucesso veio mesmo com seu álbum de estréia que recebeu nada menos que oito indicações ao Grammy.

Até hoje ele tem três álbuns, o primeiro lançado em 2004, o ‘Get Lifted’. Esse álbum ganhou o Grammy de melhor álbum de R&B e possui 14 faixas onde merecem destaque a vencedora do Grammy ‘Ordinary People’, que é linda, ‘Refuge(When is Cold Outside)’, ‘Number One’, que conta com a participação do Kanye West e ‘Used to Love U’ que adoro.
Em 2006 foi lançado o segundo álbum, o ‘Once Again’, um dos meus favoritos. O álbum conta com 13 faixas, além de mais 3 bonus tracks na versão internacional do álbum. Realmente merecem destaque a faixa ‘Heaven’, também vencedora do Grammy de melhor performance de cantor de R&B e tem um clipe bonito, ‘P.D.A. (We Just Don’t Care’ que é uma delicia de ouvir, curiosidade P.D.A. é um acrônimo inglês para Public Display of Affection, em português D.P.A. ou Demonstração Pública de Afeto e ah! O videoclipe dessa música foi gravado aqui no Rio! ‘Stereo’, outra faixa muito boa mesmo e finalmente a minha favorita ‘Maxine’, que é fabulosa e dá até vontade de dançar(com alguém,lógico).
E no fim de 2008, John lançou seu álbum mais recente o ‘Evolver’ que conta com várias participações. O álbum possui 13 faixas é difícil dizer quais são as melhores, mas essas merecem destaque, ‘Green Light’, que conta com a participação do André 3000 do Outkast, essa faixa é um pouco diferente das outras do John, é mais animada. ‘It’s Over’, que conta com a participação do Kanye West, que é um pouco animadinha, eu gosto da batida… ‘Everybody Knows’ uma balada linda e que tem o clipe muito interessante, e pra finalizar uma das minhas favoritas desse álbum, ‘Quickly’ que conta com a praticipação da Brandy, pra mim uma das que tem mais elaborada.
Bem, para quem curte um bom R&B,  música para se ouvir acompanhada na maioria das vezes, sugiro conferir o som do John, que apesar de lenda não ter nada, manda muito bem






domingo, 18 de julho de 2010

U2 - Pop (1997)

Muitos fãs odeiam este disco. Eu adoro e ponto. Sempre achei que esse disco foi submestimado. Talvez quem ouça agora, o veja de uma maneira diferente.
Fechando uma trilogia repleta de experimentalismos e música eletrônica, iniciada pelo U2 em 1991 com “Achtung Baby”, passando por “Zooropa” em 1993, o U2 lançou o álbum “Pop” em 1997 sem imaginar que o seu novo disco provacaria reações tão adversas entre os fãs e os críticos.

“Pop” ousou ao apostar em batidas eletrônicas e sintetizadores, deixando o Rock praticamente de lado. Esse fato para os fãs mais radicais, rendeu ao U2 a acusação de traidora, pelo fato do grupo ter ignorado o idealismo calcado em canções de teor político nos anos oitenta.
Enquanto alguns críticos de música também ajudaram a botar lenha na fogueira, outros consideraram o disco uma verdadeira obra de arte, ao explorar os limites de uma sonoridade voltada à música pop e às pistas de dança.
Toda essa controvérsia em torno do lançamento acabou ajudando o promoção do álbum, que alcançou o primeiro lugar de vendas em nada menos que trinta e cinco países, além do fato de que metade das canções do mesmo álbum foram lançadas como singles.
Se em boa parte do álbum, o grupo radicalizou gerando canções extremamente fora dos padrões do U2 como em “Discothèque”, “Mofo” e “Gone” (eu as adoro), o álbum ainda tinha espaço para uma balada que ganhou um lugar especial entre os hits da banda “Staring at the Sun” é uma balada no estilo “One” que também fez muito sucesso. Outra canção desse álbum que também merecem atenção especial é a bela "If God Will Send His Angels", que foi usada como trilha sonora do filme “Cidade dos Anjos”.
Mesmo com todas as razões quanto a relevância do álbum, o disco tem também os seus momentos fracos. A baixa se dá em “Miami” e “The Playboy Mansion" é bastante entediante, representando um revés no saldo final do álbum.
Independente de qualquer coisa, “Pop” é um álbum corajoso, repleto de bons momentos e, acima de tudo, importantíssimo para a carreira da banda e, excessos a parte, o disco entrou para a história da banda como o álbum que atingiu o ápice da experimentação e que seria responsável por dar início a mais uma nova fase da banda com o álbum “All That You Cant Live Behind”, menos grandiloqüente, mas que conseguiu atrair os velhos fãs de volta. Contudo o efeito “Pop” deixou marcas na sonoridade da banda, o que dificilmente será dissociado do som do grupo.





sexta-feira, 25 de junho de 2010

Emily Wells - Dirty (2009)

Emily Wells faz música de uma forma pouco habitual. combina a estrutura do jazz com a sensibilidade da pop mais o balanço do hip hop com arranjos orquestrais para violino. a isto tudo junta-lhe uma voz pouco menos que extraordinária. É qualquer coisa de muito especial, aquilo que Emily nos oferece..
Quando Criança, prodígio dizem, Emily já receberia propostas de gravadoras. Recusou todas. Preferiu primeiro ganhar confiança e controle artístico no seu trabalho, fazendo uma pequena tour no seu País (USA) apresentando a sua música. Depois de se mudar de Amarillo, no Texas, para Los Angeles, Emilly construiu o seu estúdio caseiro e preparou-se para gravar o seu primeiro álbum. “Midori Sour” foi assim lançado em formato caseiro.
“Beautiful Sleepyhead and the Laughing Yaks” chegou em 2007. continha 14 músicas todos eles tocados, produzidos e mixados por ela mesmo.
o terceiro álbum, “The Symphonies: Dreams Memories & Parties”seguiu-se. para o gravar recorreu à colaboração do contra-baixista Joey Reina e do baterista Sam Halterman. Abaixo o EP de 2009, Dirt.

Breakbot - Baby I´m Yours (Single) 2010

Uma das grandes promessas deste ano do selo Ed Banger é sem sombra de dúvida o DJ francês Breakbot. Praticante do bom electro funk, o rapaz também caprichou em seu mais novo vídeoclipe.

"Baby I´m Yours" já está causando frisson nas pistas e contou com uma versão animada pela artista plástica e diretora Irina Dakeva, que pintou 2.000 aquarelas chapantes para ilustrar a faixa.



segunda-feira, 7 de junho de 2010

Beulah - The Coast Is Never Clear (2001)

Antes de ter ouvido esse álbum, eu não tinha o Beulah em grande conta. A banda era somente mais uma dentre tantas que fez fama por ressuscitar a clássica música pop dos anos 60 através de canções adocicadas e semi-sinfônicas, apenas um coletivo retrô de reconstrução de um mundo sônico feito à imagem e semelhança dos Beach Boys, dos Beatles e dos Kinks. Tudo era demasiado ensolarado, bonitinho, cheio de melodias infantilmente contagiantes, mas faltava uma certa dose de originalidade. O Beulah era como um grupelho de crianças brincando no parque de diversões da psicodelia sessentista, com um certo sabor lo-fi roubado do Pavement nas primeiras gravações, mas faltava algo de distintivo que separasse a banda da multidão. Haviam, é claro, os títulos das músicas, onde sobrava a criatividade que faltava na música ("Um Bom Homem É Fácil De Matar", "Se o Homem Pode Pousar um Homem Na Lua, Eu Certamente Posso Ganhar Seu Coração", "Eu amo John, ela ama Paul" e "Mecânica Popular Para Amantes" entre elas) Mas no fim o veredicto era: o Beulah certamente era uma das bandas menores dentre a galera da “nova psicodelia” da Elephant 6, não tão boa quanto o Neutral Milk Hotel ou o Olivia Tremor Control, mas que ainda assim conseguia ser simpática e acariciadora dos ouvidos.





domingo, 6 de junho de 2010

Fruit Bats - Mouthfuls (2003)

Eric Johnson (não confunda-o) começou a compor nos anos 90, antes do seu projeto I Rowboat, uma banda de indie rock inspirada no Velvet Underground. Johnson começou a brincar com o folk num projeto paralelo de sua banda, nomeado Fruit Bats, juntamente ao guitarrista, Dan Strack, e ao baterista Brian Belval. Quando o I Rowboat se separou, Eric também começou a tocar banjo e violão com os músicos do Califone; os quais possuem uma gravadora, que posteriormente lançou o primeiro disco do Fruit Bats, Echolocation, em 2001. Depois de uma turnê de dois anos com Gorky's Zygotic Mynci, Modest Mouse e The Shins, assinam com a Sub Pop, pela qual lançam seu segundo disco, Mouthfuls. Em 2005, depois de mudar-se para Seattle e virar um quarteto com Gillian Lisee, a banda grava seu terceiro disco, Spelled In Bones. Johnson agora associou-se ao The Shins, mas ainda planeja continuar com o Fruit Bats.

Mouthfuls (2003)