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sábado, 18 de setembro de 2010

1973 - Bye Bey Cellphone (2010)


C, acho que você vai se amarrar nesta banda. 1973 é um trio de indie pop formado pelos franceses Nicolás Frank, Jerome Thibaut e Barbillon Plasseraud, companheiros de escola e de futebol que resolveram se reunir pra fazer música. Em 2007 eles gravaram alguns demos e depois um par de EPs, que culminaram com o lançamento do long-play Bye Bye Cellphone.

Unindo a melhor do folk e do indie pop moderno com influências claras dos anos 70, o trio parisiense mostra já em seu primeiro disco que tem muito, muito potencial. Debut tranquilo e sossegado, onde podemos encontrar bons temas, belas vozes, composições refinadas e um sem fim de boas sensações.

Bye Bye Cellphone não vai mudar a vida de ninguém, mas certamente pode proporcionar momentos muito agradáveis a quem lhe dedicar alguma atenção. Ótimo disco!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sebastien Tellier - Look (2008) Single

Sebastien Tellier é um francês pirado que testa os limites neste clipe. Longe de monotonia ou tédio, Look explora a visão ao acompanhar uma mulher andando. A cãmera passa por diversos lugares e sugere tantos outros. Acertou na mosca.





terça-feira, 25 de maio de 2010

Aqualung - Magnetic North (2010)

O Aqualung é um projeto de um único músico que, sentado a frente do piano, tenta ser mais poético que Damien Rice e menos chato que James Blunt. O resultado final da bolacha é bem mais bonito que os trabalhos do último citado e guarda ótimo momentos em “Reel Me In” e “Remember Us”. Ouçam e relaxem


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Camille - Le Fils (2005)

Acho que o Blog está começando a tomar forma. Vou postar bandas que tocam pouco por aqui e fazem muito sucesso lá fora tanto em mainstream como alternative. Como Camille. Como comentei deste album no post anterior, resolvi colocar.
A Camille é a Bjork da França. Esse é o bordão repetido à morte pra descrever a talentosíssima cantora francesa. Mentira. Camille é muito mais talentosa e menos auto-referente que Bjork. Ouvir Le Fil é um prazer, não uma experiência maçante e sem ritmo como qualquer disco da chata da Islândia. O disco chama Le Fil ("o fio") porque uma nota musical é repetida continuamente em todas as canções, interligando-as. Você ouve, o tempo todo, a música da nota, ao fundo, em canções de pop sofisticadíssimo cantadas em inglês e francês com voz de mulher forte. Sabe pretensão que funciona? C'est branché.

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Estilo: french pop / sophisticated pop