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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Stone Temple Pilots - Thank You (2005)

C, em dezembro vai ter show dos caras. (dia 20/11 terá smashing pumpkins). Você conhece a estória da banda?
Scott Weiland e Robert DeLeo, vocalista e baixista respectivamente, se conheceram num show do Black Flag, em 1987 e pouco tempo depois já estariam tocando juntos. Não muito após a formação do conjunto, o baterista Eric Kretz e o guitarrista e irmão mais velho de Robert, Dean, se juntam a banda, que se chamava Mighty Joe Young. Gravaram uma demo usando esse nome em 1990. Pouco antes do lançamento de seu debut, um bluesman homônimo e octagenário contata os agentes da banda, reclamando, com todo o direito, seu nome. A alcunha de Stone Temple Pilots foi feita pra se encaixar na sigla da companhia de óleos de motor STP, e venceu outros nomes como Stinky Toilet’s Papers e Shirley Temple’s Pussy… Bom, o primeiro álbum estava pronto e foi lançado no dia 29 de setembro de 1992. É incrível, mas Core e Dirt, obra prima do Alice in Chains, foram lançados no mesmo dia.
Não tardou pra que a banda fosse chamada de oportunista por todo mundo. Core foi considerado um assalto à mão armada às bandas de Seattle. Comparações com o Pearl Jam e Alice in Chains acompanharam a banda durante todo seu período inicial. Kim Thayil dava entrevistas dizendo o quanto ele achava engraçado os Pilots copiarem desesperadamente o Soundgarden e asseclas. Críticos tacharam o disco como um híbrido barato do instrumental do Alice in Chains com a voz do Pearl Jam, e o megahit “Plush” corroborou com o discurso dos detratores. Ainda assim, Core é um dos melhores discos daquela época, e tudo caminha para que o disco seja um dos grandes do Rock. Havia consistência na banda e a performance dos músicos, que beberam da fonte de Led Zeppelin e Aerosmith é, na maioria das vezes, muito superior a das outras bandas dessa época. Isso atiçou sentimentos diferentes entre público e crítica e explicitou o abismo entre os “formadores” de opinião e o mercado consumidor de música. No início de 1994, na votação de melhores do ano da revista Rolling Stone, a banda foi simultaneamente escolhida como “Pior Banda Nova” para os críticos e “Melhor Banda Nova” para o público. Ganharam um Grammy por Plush em março desse mesmo ano, também. E Scott Weiland se transformou no maior junkie da década.




segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Neil Young - The Greatest Hits (2004)

C, Coletânea que abrange boa parte (mas não tudo) da carreira do mestre Neil Young (nascido em 1945, em Ontario, Canadá), que mescla muito Folk, Country e Rock. Se você ainda não conhece a voz anasalada e as letras ácidas de Mr. Young, aqui está uma boa pedida pra começar... Confira!





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Dinossaur Jr. - Farm (2009)

Até três anos atrás, os órfãos trintões da geração slacker (ou indie, college rock, guitar, grunge, chame você como quiser) já tinham se acostumado a pensar no Dinosaur Jr. com aquela benevolência saudosa reservada a tempos que não voltam mais. Dadas as relações conturbadas entre os três integrantes – Lou Barlow foi demitido por J Mascis em 1989; Murph seguiu na banda até 1997, mas com participação criativa mínima –, era mesmo bem improvável que eles voltassem. Mas em 2007 o trio ressurgiu, na formação original e com um baita disco, Beyond. Para os receosos de que o retorno pudesse ser efêmero, o Dinosaur Jr. emendou uma série de shows pelo mundo, clipes e aparições públicas que incluíram de programas de TV a trilhas sonoras para videogames. Agora, cimentando de vez qualquer ceticismo, eles voltam com Farm, uma coleção de 12 faixas quase irrepreensíveis que apresentam o que a banda tem de melhor. Quando se fala no melhor, aqui, vêm primeiro à mente os anos de You’re Living All Over Me e Bug, clássicos da fase independente do grupo. De fato, Beyond e Farm recuperaram algo que estava perdido desde então: a coesão de criar e gravar em grupo. Mas é justamente o equilíbrio entre a crueza dessa fase e os hits mais polidos de discos como Where You Been e Without a Sound, praticamente trabalhos solo de J Mascis, que faz de Farm um disco tão bom. “Over It” é um exemplo perfeito do balanço entre peso, desleixo e melodias menores que fez o nome da banda. O wah-wah malandro do começo logo se converte na massa corpulenta que Mascis incrivelmente produz com apenas uma guitarra. A letra é um atestado da facilidade, inerte e quase cruel, com que ele se desprendeu do que o incomodou até hoje (“Can I make it here?/ Get over it”, “I’ve been feeling weird/ Get over it”). A faixa ainda tem um clipe hilário, que mostra os três fazendo manobras surpreendentes – Mascis num skate, Barlow e Murph em BMXs –, todos devidamente substituídos por dublês nas cenas não adequadas a roqueiros acima dos 40. Como no caso deles, Farm vai assegurar nossa adolescência tardia por mais alguns anos.




sábado, 23 de janeiro de 2010

SoundGarden

Uma das bandas que ajudaram a formar o meu "eu", junto com o Nirvava, Alice in Chains, Pearl Jam e Screeming Trees. Nessa época, quando essas bandas apareceram deram um novo gás ao rock (isso é muito particular)...
Após um hiato de 12 anos, o Soundgarden deve retornar à cena em breve. Foi o que anunciou o vocalista Chris Cornell em seu Twitter. A banda norte-americana, que se dissolveu em 1997, também deu pistas em seu site oficial sobre a retomada de suas atividades. A pausa de 13 anos acabou. Mais informações no novo site oficial dos caras.

http://www.soundgardenworld.com/

E para relembrar umas dos meus sons prediletos:



domingo, 4 de outubro de 2009

Alice in Chains - Black Gives Way To Blue (2009)

Minha banda preferida dos anos 90. Esse disco, junto com o Junius destoa um pouco do que ando postando aqui. São mais pesados. Meu gosto é bem variado, gosto de boa música.
Este é o novo álbum de estúdio de Alice in Chains, que foi lançado no dia 29 de setembro, mais de 13 anos após Tripod. Black Gives Way To Blue é uma grata surpresa, uma âncora segura para um barco que, há anos, estava à deriva.
As comparações são e sempre serão inveitáveis. Mas William DuVall, que entrou na banda em 2006, sabe disso. Nesse período, novos shows e preparação para o novo desafio. Expectativas superadas. Layne Staley sempre será Layne Staley. Mas ele morreu e o Alice in Chains, ao contrário do que muitos imaginaram, e até desejaram, não.
Alice in Chains tem algo que poucas bandas conseguiram: identidade. Já nos primeiros acordes de A Looking In View, que já tem vídeo oficial, ou Check My Brain (essa música tem um som hipnótico), uma certeza é universal: isso é Alice in Chains.
Com a guitarra forte e imponente, Jerry Cantrell nos presenteia o clima melancólico e sombrio que só Alice in Chains poderia proporcionar. Mas, ele sozinho seria Jerry Cantrell solo. Nesse aspecto, William DuVall caiu como uma luva para a banda. Com o timbre semelhante, mas sem a rouquidão de Staley, DuVall completa o ambiente que não seria o mesmo sem essas duas vozes juntas.
Num primeiro momento, o baixo de Mike Inez não parece tão criativo quanto em Jar of Flies, mas acredito que isso muda com a audição das músicas em equipamente de maior qualidade. E Sean Kinney permanece eficiente na bateria.
Ao final do álbum, a música Black Gives Way To Blue homenageia o falecido vocalista que cantou e sofreu por 15 anos a frente do Alice in Chains. Black Gives Way To Blue, o álbum, é a nostalgia ampla, completa, que nos faz lembrar do Alice Chains com Staley, mas também nos avisa que a banda permanece viva e continua fazendo um som de muita qualidade.



segunda-feira, 1 de junho de 2009

Blind Melon - Todos os discos

Pour Vous K !

Blind Melon (1992)
Soup (1995)

Nico (1997)
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