segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Postagens 2

Não sei exatamente qual a minha intenção criando este blog. Minha intenção primeira era transformar isso aqui em um blog onde eu pudesse postar links para álbuns de bandas que eu goste ou para música de qualidade que eu acredite acrescentar algo na vida de alguém, além da minha. Mas acho que não vou estabelecer limites ou parâmetros para este local, mas sim vou postar o que me vier à cabeça. Acho que é o mais sensato. Este blog está criado há muito tempo, porém eu nunca postei nada com receio de que sempre iria voltar aqui após algum post e apagar ou modificar o mesmo. Modificações infinitas, sempre algo estaria errado ou me incomodando. Porém hoje eu decidi que vou tentar e, sempre que possível, vou escrever algo aqui. Não acho que vou ter audiência... vou até divulgar pra alguns amigos mais próximos, colegas de trabalho e pessoas assim. Quem sabe amanhã mesmo eu não o apago, né? Afinal, pra ele acabar, tem que começar. O nome foi pensado, inicialmente, com foco no disco de um cara que eu prezo muito, um cara que gosta muito de música. Mas acho, que isso já não vale mais hoje. Estou cheio de idéias sobre o que escrever Mas a principio é um blog para compartilhar links para álbuns. A intenção era transmitir a idéia de que as músicas aqui postadas são feitas por e para pessoas que não estão ajutadas no "normal" da sociedade, mas sim pessoas que questionam, opinam e buscam uma visão de mundo além da convencional. Enfim, a intenção é um tanto quanto óbvia. Mas podem rolar coisas do que já acontecem, tipo mainstream. Penso em falar um pouco sobre mim. Ah, tem coisas que necessariamente são sobre mim. Outras não. Já era para ter escrito isto antes... Como eu comecei a postar, postar, mas nunca me veio uma idéia de apresentação. Veio agora. Antes tarde do que nunca. Não haverá uma regularidade entre as postagens, quero dizer, não vou postar a cada dois dias, ou dia sim e dia não. Vou postar quando me der vontade. Talvez eu escreva muito, talvez eu escreva pouco... talvez eu nem escreva e deixe um link aleatório para que alguém veja algo. Talvez eu também faça um layout legal para decorar isso aqui. Talvez não. Posso dedicar as postagens para alguém, amigos e afins. K, somos muito diferentes, isso é o que me encanta. Enfim, é isso. Até!
Ps.: Como uma amiga comentou, a idéia é causar sensações nas pessoas, Compartilhar...

domingo, 20 de setembro de 2009

The Icarus Line - Penance Soirée (2004)

The Icarus Line pode ser grosseiramente rotulada como uma representação atual do punk rock executado por bandas como The Stooges, Sex Pistols e MC5 na década de 70. Bem sabe-se que iniciar a apresentação de uma banda comparando-a a outras historicamente reconhecidas é perigoso. Vamos aos fatos!
Joe Cardamone é um performático vocalista, quase sempre em estado cardíaco de entrega total ao que canta. A música que produz ao lado de Alvin DeGuzman, Jason DeCorse, James Striff e Jeff Watson bebe sem nenhuma vergonha e moderação do punk e pós-punk das bandas supra citadas.Em Penance Soirée, a microfonia é o instrumento constante. A diversão o mote principal. Desde sua abertura com "Up Against The Wall Motherfuckers" ao seu desfecho com "Party Baby Off", a banda percorre além dos terrenos já mencionados, o industrial, o noise rock e até o blues.A irreverência caminha sempre na linha de frente das composições como atestam "Virgin Velcro" e a arrastadíssima "White Devil". Em "Spike Island" e "Party Baby Off" o assunto é drogas. Com "Feed A Cat To Your Cobra" mostram habilidade em composições com duplo sentido.Em suma, ainda que pareça requentado ou até clichê fazer um som desleixado, o Icarus Line não passa impressão de que queira ser levado tão a sério (ou não têm mídia para isso) como recentes apostas furadas, casos de The Vines, Artick Monkeys ou Strokes.Sobre a comparação feita no início do texto, tire a prova dos nove: ouça o que Iggy Pop faz hoje e o que fez há 30 anos. Em seguida, ouça Penance Soirée e veja o que é mais excitante...

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The Zutons - Who Killed… The Zutons? (2004)

A banda, formada em Liverpool em 2002 por David McCabe [vocais], Boyan Chowdhury [guitarra], Russell Pritchard [baixo], Sean Payne [bateria] e Abi Harding [saxofone], lançou em 2004 o seu álbum de estréia, "Who Killed the Zutons?". Assim como o seu contemporâneo the Coral, The Zutons faz um pop psicodélico sessentista. "Who Killed the Zutons?" tem como destaque a dinâmica faixa "Pressure Point".

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Sufjan Stevens - Illinoise (2005)

Um tempo átras eu ouvi rapidamente este álbum... Uma música em especial me chamou a atenção e está logo abaixo. Essa música é para você K.
O disco faz parte de um projeto imponente e ambicioso desse cantor de nome estranho: Sufjan Stevens promete gravar 50 álbuns, cada um tendo com o tema central um estado da nação americana. Faltam 48. Ele já gravou, além de Illinois, o referente a sua terra natal, Greetings from Michigan (2003).
O estado Illinois fica no centro-oeste dos EUA e é o quinto em número de habitantes. Sua capital é Springfield (assim como a cidade dos Simpsons), mas 65% de sua população vive na agitada metrópole de Chicago, que dá nome a uma das melhores canções do álbum de Stevens. A música fez até parte de Pequena Miss Sunshine, filme de Hollywood que fez muito sucesso no começo do ano. É a história de um jovem que viaja para Nova York em uma van com seu amigo e suas emoções durante a jornada faz de Chicago uma daquelas canções-prosa que ficam na memória. “I made a lot of mistakes” (cometi muitos erros), canta Sufjan Stevens enquanto as afinadas coristas afirmam “all things go” (todas as coisas vão).
Mas não só de letras divertidas é feito Illinois. A junção da voz suave de Stevens com as vozes femininas e instrumentos inusitados faz com que a gente queira ouvir ele pra acordar, pra dormir, pra descansar e pra pensar. Podemos ouvir nele o banjo, o oboé, um violão folk acertado, bateria marcada, violinos e a influência do jazz americano.
Stevens canta como quem conta uma história. E faz isso muito bem. É possível perceber entre as palavras cantadas uma extensa pesquisa e grande sentimento patriótico, sem que isso soe piegas ou antiquado. As narrações, cheias de ironias, passeiam pelas cidades do Illinois e nos apresentam personagens do imaginário pessoal do cantor ou famosos nascidos no estado. Além disso, o disco tem canções sobre cidades, feriados específicos, pontos turísticos, lendas urbanas e história dos EUA, além de referências bastante obscuras. A ótima música John Wayne Jr., por exemplo,conta a história da vida de um serial killer que assassinou brutalmente 33 rapazes, com uma fantasia de palhaço. Com certa ironia, e até um pouco de piedade, Stevens narra a infância e os crimes de John Wayne Jr. (condenado a – pasmem – 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte por ter assassinado e violentado 29 garotos) com leveza poética que chega a humanizar a crueldade.
Há outras duas coisas que chamam atenção no álbum. A primeira é o número de referências religiosas feitas por Stevens. Nomes bíblicos, acontecimentos religosos e menção a Deus são muito comuns em suas letras, o que é raro no mundo indie. A outra curiosidade é o nome de suas canções, que por si só formam narrativas inteiras. The Man of Metropolis Steals Our Hearts (O Homem de Metropolis Rouba Nossos Corações), e Decatur, Or, Round of Applause For Your Step Mother! (Decatur, ou, uma Salva de Palmas para a sua Madrasta) são dois exemplos.
São esses fatos e detalhes que fazem com que a gente tenha vontade de ouvir Illinois por muito tempo ainda e espere ansiosamente pela próxima viagem de Sufjan Stevens por um estado americano. Parte dos créditos vão para o Jornal da Comunicação. Valeu Galera!

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The Hives - Your New Favourite Band (2001)

Texto retirado da Wikipédia. Domingo, dia de descanso, também sou filho de Deus.

Cada integrante colabora com uma letra para a composição do repertório. Um ano mais tarde, conduzido pelo produtor Randy Fitzsimmons, começaram a aparecer em vários lugares públicos em torno de sua cidade natal. A resposta foi uma confusão, que passou do excitamento a contemplação. No ano 1995 a banda ficou conhecida em quase toda a Suécia.
Em 1996 lançam o EP Oh Lord! When? How?, que apresenta a banda para o mundo. Em 1997 lançam o álbum Barely Legal.
Em 1998 o EP A.K.A. I-D-I-O-T é lançado e contém quatro novas canções. Mais tarde nesse ano, o The Hives perde o contato com o produtor Fitzsimmons e nada de novo acontece por um tempo.
No ano de 2000 lançam o CD Veni Vidi Vicious e a história da banda nunca mais seria a mesma. A conseqüência imediata para Os Hives são dois anos diretos viajando e excursionando pelo mundo. Depois de Barely Legal e "Veni Vidi Vicious", o Hives volta, com o álbum Tyrannosaurus Hives em 2004.
Em 2007 lançam seu quarto álbum de estúdio The Black and White Album chega primeiro nas lojas britânicas no dia 15/10. O vídeo do single "Tick Tick Boom" está disponível no Youtube.

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sábado, 19 de setembro de 2009

Diferença sutil entre amor e amizade

Esse texto não é meu, mas achei bem maneiro.

Perguntei a um sábio, a diferença que havia entre amor e amizade,ele me disse essa verdade... O amor nos dá asas, a amizade o chão. No amor há mais carinho, na amizade compreensão. O amor é plantado e com carinho cultivado, a amizade vem faceira, e com troca de alegria e tristeza, torna-se uma grande e querida companheira. Mas quando o amor é sincero ele vem com um grande amigo, e quando a amizade e concreta, ela é cheia de amor e carinho. Quando se tem um amigo ou uma grande paixão, ambos sentimentos coexistem dentro do seu coração