terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Guster

Guster é uma banda indie/folk que surgiu há mais de 10 anos no cenário underground americano formada por Adam Gardner, Ryan Miller e Brian Rosenworcel, enquanto cursavam a mesma universidade.

Já são 5 álbuns em sua discografia - o último é o excelente Ganging up on the Sun (2006) - mas a banda se popularizou após o lançamento do 3º disco, Lost and Gone Forever.
A primeira música que ouvi deles foi a faixa 04 do último álbum, só que numa versão diferente - ouvi em 2006 quando soube que eles participaram do Mayercraft. Foi incrível, paixão à primeira ouvida rs. A partir daí pesquisei sobre os outros singles, após isso sobre os ábuns, por último os DVD's... não me cansei, Guster me pegou de jeito.
Então aí vai meu apelo aos amantes da boa música folk/indie, OUÇAM como lição de casa... É um som cru, melódico, exótico, envolvente, quase primitivo.. não

1995 – Parachute 

1998 – Goldfly 

1999 – Lost and Gone Forever

2003 – Keep It Together

2006 – Ganging on Up The Sun







segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Tunng

Tunng é uma banda experimental de folk do Reino Unido. Eles são frequentemente associados ao gênero folktronica devido às influência eletrônicas em alguns de seus trabalhos. Eles também são conhecidos pelos estranhos instrumentos utilizados, como conchas do mar - (Lastfm).
Desculpe o texto fraquinho. Paciência curtissíma. Sabe quando você baixa uma banda e acha que ela deve ser boa, mas nem de longe pensa que ela é tão boa assim.. pois é, com Tunng aconteceu exatamente isso. Fiquei impressionado com a leveza do violão e com o vocal maravilhoso que te faz viajar. Tudo isso com aquelas palminhas de fundo, sussuros dos outros integrantes, que dão um charme a mais. Nem preciso dizer como me amarrei nesse som.

Good Arrows (2007)


Comments of the Inner Chorus (2006)





terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Fionn Regan - The End of History (2006)

Deu preguiça. Depois eu coloco uma resenha....

The End of History (2006)




Micah P. Hinson

Só podemos acreditar que o universo de Micah P. Hinson é feito de miserabilismo, de paixão patológica por tudo o que é depressivo. Porque dessa forma cremos na conviccção com que o americano canta cada uma das notas das No dia 8 de dezembro do ano passado, após um show com o Mountain Goats, Micah pede sua namorada em casamento diante do público. Piegas e bonito. Um momento redentor para uma vida cheia de baixos.Depois de lançar o elogiado Micah P. Hinson and the Gospel of Progress (2004), que foi concebido em meio à remédios como modo de tentar se livrar de pesos do passado, Micah sofre um pequeno “acidente” que o deixa com uma dor permanente em suas costas. Após uma cirurgia, Micah fica meses de cama e, novamente, dependendo de xanax, codeína… Amigos começam a aparecer e canções surgem. Gravado sob essas circunstâncias, Micah P. Hinson and the Red Empire Orchestra é um disco denso, mas com uma ponta de esperança em cada verso. Canções arrastadas, dopadas, com um pé no country, fazendo jus ao seu sangue texano, Micah canta: “You’ll find me alone ’cause I lost my way when I was headin’ home…”. Piegas e bonito assim.suas canções. E o melhor de tudo isto é que, ao que parece, o vício faz.

Micah P. Hinson and the Gospel of Progress (2004)


Micah P. Hinson and the Opera Circuit (2006)


Micah P. Hinson and the Red Empire Orchestra(2008)



All Dressed Up and Smelling of Strangers(2009)





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Esser - BraveFace (2009)

A primeira coisa que você nota ao por os seus olhos sobre esse jovem de 23 anos de Essex, é o seu gigantesco topete com as laterais raspadas, assim como manda o corte de cabelo do momento. Porém, ao terminar de ouvir o seu álbum de estréia Braveface é difícil apontar uma influência dominante ou outro artista novo que consegue armar tal mistura e manter um nível alto de coesão. No entanto, ao ouvir qualquer uma das 10 faixas presentes em Braveface é impossível não notar que a voz de Esser lembra muito a de Damon Albarn (Blur/Gorillaz).
E seria fácil compará-lo à extensa e eclética carreira de Damon Albarn (até porque o músico já percorreu quase todos os estilos do mundo, até um macaco ele já foi), mas seria uma injustiça levando em consideração que dentro desse enorme leque pop encontramos rock, brit, electro e... tango!

 

 


domingo, 20 de dezembro de 2009

The Fall - This Nation's Saving Grace (1985)

Alguém é capaz de imaginar U2 sem Bono Vox? Ou quem sabe The Cure sem Robert Smith? Ou ainda New Model Army sem Justin Sullivan?Pois bem, também não existiria The Fall sem Mark E. Smith, vocalista, principal letrista e “o patrão” da banda.Na mesma praia pós-punk de gente como Joy Division, Bauhaus, P.I.L. ou Gang of Four, Mark E. Smith e seu The Fall vieram de Manchester, Inglaterra, iniciando os trabalhos em 1977, influenciados por bandas como Beatles, Pink Floyd, Velvet Underground, Buzzcocks e The Kinks, tirando daí sua salada musical.Entre 1979 e 2007, com inúmeras mudanças na formação, a banda lançou mais de 50 álbuns, entre trabalhos de estúdio e ao vivo, sempre variando melodias pegajosas e/ou sujas, marcadas pelo modo único de cantar de Mark, linhas marcantes de contrabaixo e letras sempre interessantes. Esse disco, é o que mais gosto.


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